Segundo turno abre com Datafolha e Vox apontando líderes diferentes
A primeira Datafolha da fase decisiva da eleição presidencial coloca Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT). Nos votos totais, o placar é de 49% a 45%. A Vox Brasil, em levantamento próprio, mostra o cenário invertido nos válidos: Lula com 50,86% e Flávio com 49,14%. Nos votos totais, a Vox registra Lula com 44,2% e Flávio com 42,7%. A pesquisa ouviu 2.100 pessoas entre 5 e 7 de outubro, com margem de erro de 2,15 pontos percentuais. A diferença de 1,5 ponto entre os dois cabe dentro dessa margem. A rejeição segue alta nos dois lados. Na Vox, 45,2% rejeitam Lula e 44,2% rejeitam Flávio. Segundo o g1, os dois candidatos chegaram ao segundo turno liderando as pesquisas e carregando, de longe, os maiores índices de rejeição, num voto movido pelo antipetismo e pelo antibolsonarismo. A campanha de Lula busca agora reforçar a rejeição ao filho de Jair Bolsonaro. O eleitor também parece pouco movível por apoios. Na Vox, 63,4% dizem que não vão seguir a declaração de voto dos candidatos derrotados no primeiro turno, e mais de 76% afirmam estar totalmente decididos. No primeiro turno, Flávio teve 47,03% e Lula, 45,16%, o que ajuda a medir quanto a disputa já estava apertada.
Com os institutos divergindo e a maioria dizendo que já decidiu, o resultado depende de quem convence o eleitor que rejeita os dois.
Fonte: G1
Dois lados da xícara ▲ Ganha Flávio Bolsonaro lidera a Datafolha com 52% dos válidos e tem rejeição menor na Vox | ▼ Perde Candidaturas que contam com apoio de derrotados: 63,4% dizem que não seguirão a orientação |
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Crédito de longo prazo trava para 37,2% das indústrias que foram atrás
 A proporção de indústrias que tentaram contratar ou renovar crédito de longo prazo e não conseguiram os recursos subiu de 33% em 2025 para 37,2% em 2026. O percentual considera apenas as empresas que buscaram financiamento, ou seja, mede o resultado de quem bateu na porta do banco. Os dados são de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (9), e se referem ao período de fevereiro a julho. O levantamento aponta os juros altos como o principal obstáculo para conseguir crédito. Entre as indústrias que tiveram dificuldade para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% citaram as taxas como uma das barreiras. A piora de 4,2 pontos percentuais em um ano coloca o quadro acima de um terço das empresas que tentaram, o que dá nome à manchete do g1.
Juros altos seguem como o freio mais citado por quem tenta financiar a produção.
Fonte: G1
O nível da xícara Indústrias que buscaram crédito de longo prazo e não conseguiram, segundo a CNI. |
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