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Bom dia, cafeinado.
A partir de hoje o Brasil entra oficialmente em clima de eleição: a campanha para presidente, governadores, senadores e deputados começou e já muda o que pode (e não pode) acontecer nas ruas e nas telas. O TSE também fechou a lista de quem quer chegar ao Planalto. Vira o shot. ☕
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No shot de hoje | 🗳️ | Campanha eleitoral começa hoje |
| 📋 | TSE recebe 13 candidaturas à Presidência |
| ⚖️ | Marçal lançado candidato apesar de inelegível |
| 🏛️ | Senado vira palco de embate Lula x Flávio |
| 💰 | Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões |
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I · A Manchete
Campanha eleitoral de 2026 começa oficialmente neste domingo
Neste domingo (16/8) começa oficialmente a campanha para as eleições gerais de 2026, quando o país escolhe presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. A partir de hoje candidatos já podem fazer comícios, caminhadas, distribuir material gráfico e fazer propaganda na internet e nas ruas, segundo o calendário da Justiça Eleitoral. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV só entra no ar depois, a partir de 28 de agosto. Até lá, a disputa se concentra em atos de rua e nas redes, que já valem para moldar a corrida em um ano decisivo: o Senado renova dois terços de sua composição, com 54 das 81 vagas em jogo. A eleição para o Senado ganhou peso extra nesta corrida porque virou palco direto da disputa presidencial. Segundo o G1, Lula (PT) tem concentrado sua estratégia na busca por governabilidade, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem centrado sua campanha no enfrentamento ao STF, já que o Senado tem poder exclusivo para julgar o presidente da República e ministros da Corte por crimes de responsabilidade. No Rio de Janeiro, dezesseis candidatos disputam as duas vagas ao Senado, com mandato de oito anos (2027 a 2035) e primeiro turno marcado para 4 de outubro, sem segundo turno possível para o cargo. Os oito candidatos ao governo fluminense já divulgaram agenda de campanha para este domingo, com atos de rua espalhados pelo estado. No Distrito Federal, a corrida também esquenta: são 10 postulantes ao governo local e 640 registros de candidaturas só no DF, segundo o Metrópoles, com prazo até 14 de setembro para a Justiça Eleitoral analisar toda a documentação.
É o pontapé oficial da disputa que define presidente, governadores e um terço renovado do Senado, com efeito direto em quem manda no país até 2035.
Fonte: G1
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O número do dia
13 candidaturas à Presidência
O TSE recebeu 13 registros de candidatura ao Palácio do Planalto até o fechamento do prazo, às 19h de sábado (15/8); a documentação ainda passa por análise da Justiça Eleitoral antes de virar candidatura oficial.
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II · O Essencial
 Eleições
TSE recebe 13 registros de candidatura à Presidência O Tribunal Superior Eleitoral recebeu 13 registros de candidatura à Presidência da República até o fim do prazo, às 19h do último sábado (15/8). A partir de agora, cada documentação passa por análise da Justiça Eleitoral antes de ser oficialmente validada como candidatura apta a disputar o pleito de outubro. Entre os nomes que buscam registro está Pablo Marçal, do PRTB, mesmo estando inelegível até 2032 por decisão da Justiça Eleitoral. Segundo a BBC Brasil, o empresário teve sua filiação ao partido liberada por decisão judicial e foi lançado formalmente como pré-candidato, mas a candidatura ainda precisa passar pelo crivo do TSE, que pode barrá-la em razão da inelegibilidade já declarada. O movimento de Marçal deve gerar disputa jurídica dentro do próprio processo eleitoral, já que sua situação de inelegível cria um caso concreto para o tribunal decidir logo no início da corrida. Essa disputa tende a puxar atenção e recursos jurídicos para o caso nas próximas semanas, enquanto os demais 12 postulantes seguem o rito normal de validação.
A lista de quem disputa o Planalto está fechada, mas ainda passa pelo crivo do TSE antes de virar candidatura oficial.
Fonte: Metrópoles
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 Justiça Eleitoral
Marçal é lançado candidato mesmo inelegível até 2032 Pablo Marçal foi lançado como pré-candidato à Presidência pelo PRTB neste fim de semana, apesar de estar inelegível até 2032 por decisão da Justiça Eleitoral. O empresário conseguiu, por decisão judicial, ter sua filiação ao partido liberada a tempo do prazo, mas essa liberação não resolve o problema de fundo da inelegibilidade. A candidatura ainda precisa ser aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral, que analisará se o registro pode seguir adiante diante da penalidade já em vigor contra Marçal. Segundo a BBC Brasil, o caso deve gerar um novo capítulo de disputa jurídica dentro do calendário eleitoral, com o TSE no centro da decisão sobre validar ou barrar a candidatura. O episódio repete um padrão de judicialização que já marcou a trajetória política de Marçal, colocando o tribunal eleitoral novamente como árbitro central da disputa presidencial antes mesmo da campanha de rua avançar.
Mesmo sendo lançado, Marçal só disputa de fato se o TSE reverter ou contornar a inelegibilidade já declarada.
Fonte: BBC Brasil
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 Senado
Senado vira arena central do embate Lula x Flávio Bolsonaro A disputa pelo Senado ganhou protagonismo inédito nas campanhas de Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas para o Palácio do Planalto. A eleição renova dois terços da Casa: 54 das 81 vagas estarão em jogo nas urnas de outubro. O Senado tem poderes exclusivos que explicam essa disputa direta: cabe à Casa processar e julgar o presidente da República e ministros do STF por crimes de responsabilidade, além de aprovar, após sabatina, autoridades como o presidente do Banco Central. Segundo o G1, Lula tem focado sua estratégia em construir governabilidade dentro do Legislativo, enquanto Flávio tem centrado sua campanha no enfrentamento ao Supremo. No Rio de Janeiro, um dos estados mais disputados, 16 candidatos concorrem às duas vagas, com mandato de oito anos e primeiro turno único em 4 de outubro, sem possibilidade de segundo turno para o cargo.
Quem controla o Senado em 2027 decide o julgamento de autoridades e a sabatina de cargos-chave, como o comando do Banco Central.
Fonte: G1
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 Justiça
Pai é condenado a 24 anos por feminicídio da filha de 4 anos Um pai foi condenado a 24 anos de prisão pelo feminicídio da própria filha, de 4 anos, em São Paulo. A menina foi encontrada morta dentro da residência do pai, e o caso levou três julgamentos até chegar a uma condenação definitiva. Segundo o Metrópoles, os dois julgamentos anteriores foram anulados e cancelados antes deste terceiro, que finalmente resultou em condenação. O caso expõe as dificuldades processuais que casos de violência doméstica e feminicídio infantil enfrentam até chegar a um desfecho na Justiça brasileira. A repetição de julgamentos anulados chama atenção para o tempo que a Justiça leva para responder a crimes graves cometidos contra crianças, mesmo quando a autoria já era apontada desde o início da investigação.
Mostra como a Justiça brasileira ainda demora anos e passa por múltiplos julgamentos até condenar casos graves de violência contra crianças.
Fonte: Metrópoles
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